Como escolhemos o nome da nossa filha
Esses dias me peguei pensando sobre quando tomamos a decisão de colocar esse ou aquele nome no nosso bebê. A forma e quando isso aconteceu foi bem interessante…
Durante boa parte de minha gravidez, meu marido e eu não sabíamos o sexo do bebê, por decisão própria. Infelizmente, mais no final da gravidez, por forte pressão familiar dos dois lados, resolvemos ceder e descobrir o sexo da nossa menininha. Enquanto não sabíamos de nada, milhares de nomes femininos e masculinos “desfilaram” na nossa lista, sem ficar. Todos pareciam muito complicados, atuais demais, antigos demais, compridos ou complexos demais. Nada era bom o suficiente para ficar.
Sou casada com um francês, de nome simples, mas com escrita complicada: Philippe. Sou brasileira nata, descendente distante de portugueses/ espanhóis, mas sem nada complicado no nome: Andrea. Simples assim, sem ter nem acento. Tudo bem, ninguém pronuncia (nem escreve) meu nome corretamente de primeira, mas com o passar dos anos, já aceitei isso e já vou logo dizendo Andrea, sem acento e sem i. Até aí, problema nenhum. Só que moramos num país biligüe, inglês e francês. O que escolher, então: português, francês ou inglês?
Não pensamos no significado do nome, segundo a origem e tal, mas no uso contínuo dele, entre vários países e papeladas. E claro, no significado que o nome teria para nós, como família. E nas duas famílias estrangeiras também: a minha e a dele. Os avós tinham que ser capazes de dizer o nome da neta sem problemas, né? Não queríamos nomes da moda…nem queríamos muitos nomes e nomes conjugados.
Resumidamente, decidimos que queríamos um nome curto, com escrita simples (nada de letras duplas, y ou w), pronúncia próxima das três línguas, doce (pra nossa menininha), mas com personalidade.
Buscamos pouco, até achar, rapidinho JULIE. Doce, era com certeza. Curto, sem complicações na escrita. Confere. A única queixa seria a tal da pronúncia. Aqui, valia pro inglês e francês numa boa, mas e no Brasil? Bem, o nome é como Júlia, só que se diz Juli. Só que no Brasil todo mundo pronuncia como Djulie, o que eu O-D-E-I-O, mas tô começando a aceitar. O nome é tão simples. Por que enfeitar?
E vocês, como escolheram os nomes de seus bebês?
One thought on “Como escolhemos o nome da nossa filha”
eu to rindo aqui….a Giulia, que todos deveriam falaram djiulia, tem gente que fala jiúlia….
vá entender!!!!!
beijinhos